Casa para quem quer casa
Postado por Bauma em 3 de outubro de 2011Pesquisa aponta que setor da construção vai continuar crescendo no país
O setor da construção civil apresenta-se hoje como uma atraente área para investimentos. Seguramente, Brasília ocupa hoje um lugar de destaque no cenário nacional, com empreendimentos que agradam a qualquer tipo de investidor.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope Inteligência), publicada no dia 1º de setembro, mostra que o Brasil deve ganhar mais 1,5 milhão de domicílios em 2011.Os dados confirmam o crescimento da construção civil em nível nacional e mostram também a preocupação em relação à infraestrutura para receber os eventos esportivos dos próximos anos. Até o ano passado, eram 67,6 milhões de residências em solo brasileiro. A região Centro-Oeste, onde está o Distrito Federal, registrou o segundo maior crescimento em relação às demais áreas: cresceu em média 2,9%, ficando atrás apenas do Norte do país, com 3,24%. O Nordeste cresceu 2,5%, seguido pela região Sul, com um avanço de 2%, e deixando em último o Sudeste, com 1,8%.

Dados apontam que a taxa de crescimento de apartamentos é superior a de casas em todas as regiões do Brasil.
A pesquisa mostra ainda que a primeira década do século XXI teve um crescimento de 24% no que diz respeito aos imóveis residenciais. Os dados revelam também que os aluguéis representam 18% do total de imóveis, traduzindo o avanço na taxa média anual de 5% nos últimos dez anos.
No ano passado representou 6,10 milhões. Contudo, a alta é justificada pelo maior número de construções, significando uma estabilidade ou até mesmo uma queda em termos proporcionais.
No DF os sinais desse crescimento são vistos em todas as regiões administrativas. Com a iminente saturação dos espaços para construções na área central de Brasília, as cidades-satélites ganharam uma atenção especial das construtoras. Guará, Ceilândia, Samambaia, Taguatinga e Gama são alguns exemplos das novas áreas que estão ajudando a manter aquecido o mercado imobiliário e da construção civil na capital federal.
Verticalização, a tendência
A taxa de crescimento de apartamentos é superior a de casas em todas as regiões do Brasil. As residências horizontais representam 89% do total de unidades ocupadas. No DF, os prédios com mais de seis pavimentos ganharam lugar de destaque com o atual Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), documento com as diretrizes do macrozoneamento do Distrito Federal.
Adalberto Valadão, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), vê o PDOT atual como documento de duas faces. Nosso mercado está aquecido, com construções e lançamentos surgindo semanalmente. Isso fortalece nossa economia e chama investimentos. Mas há como crescer mais e melhor, por isso insisto na revisão do PDOT em relação à verticalização.
Fonte: Jornal Coletivo