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Setor da construção civil tem a melhor fase em 25 anos

terça-feira, novembro 30th, 2010

O setor de construção civil brasileiro vive momento especial, exibindo números que deixam claro sua importância fundamental para a economia do país. De acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), em 2009, a cadeia produtiva da construção – incluindo materiais de construção, serviços, máquinas e equipamentos, entre outros – somou, em números absolutos, um valor agregado de R4 bilhões, ou 8,3% do PIB brasileiro. E o volume de empregados com e sem carteira – ultrapassou dez milhões, mais de 10% dos postos de trabalho no país. E a primeira vez que isso acontece nos últimos 25 anos.
Para 2010, a estimativa de crescimento do PIB da construção é de 10%. Há pelo menos duas décadas que os índices de crescimento não são tão positivos. Este ciclo virtuoso começou em 2005, puxado por investimentos em obras de infraestrutura e em unidades habitacionais. No último trimestre de 2008 veio o susto: a interrupção dos bons ventos, devido à crise econômica mundial. Mas a recuperação começou em maio do ano passado, ajudada pelas medidas anticíclicas do governo e praticamente já alcança os níveis pré-crise. O investimento bruto em construção no ano passado foi de R$ 244 bilhões, o que equivale a 9,2% do PIB segundo o trabalho da FGV.
A boa fase é resultado de um conjunto de fatores: aumento do crédito, incluindo o apoio dos bancos públicos ao setor produtivo no momento mais agudo da crise, queda das taxas de juros, obras públicas – aí consideradas as de infraestrutura dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), habitação, com o programa Minha Casa, Minha Vida, e a redução de impostos. Só o PAC 2, lançado em março de 2010, envolve investimentos de R$ 59 trilhão em obras, entre 2011 e 2014 e ainda pós-20l4. Até 2014, a perspectiva é de que sejam usados cerca de R$ 9 bilhões.
O programa Minha Casa, Minha Vida, que oferece incentivos fiscais para as construtoras e incorporadoras atuarem no segmento de imóveis para renda de até dez salários mínimos, foi contemplado com R$ 278,2 bilhões. As perspectivas do setor são imensas, levando-se em conta ainda a proximidade da realização da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas no Rio de janeiro em 2016. Serão necessários, nos próximos oito anos, investimentos de cerca de R$ 59,5 bilhões em infraestrutura e serviços por conta desses eventos, de acordo com a FGV.
É uma montanha de dinheiro que irá para a construção e reforma de estádios e aeroportos, melhoria do transporte e do acesso aos estádios nas cidades-sede, expansão da rede de hotéis e capacitação de pessoal e segurança pública. Muitas dessas obras estão listadas no PAC. Para além da infraestrutura, há à demanda habitacional, com um enorme déficit a ser sanado – cerca de 5,6 milhões de moradias, 80% delas voltadas para famílias com renda até três salários mínimos, segundo dados de 2003 da FGV. E o Brasil ainda tem uma participação pífia do crédito imobiliário no PIB em torno de 4%. Portanto, muito espaço para evoluir.
(Retirado do site: http://www.cbic.org.br/sala-de-imprensa/noticia/setor-tem-a-melhor-fase-… )

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Construção cresce no terceiro trimestre

terça-feira, novembro 30th, 2010

Dados do Relatório de Inflação do Banco Central mostram que a indústria da construção civil, no terceiro trimestre de 2010, cresceu 15,7%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Esse crescimento resultou do aumento dos financiamentos imobiliários e da intensificação das obras de infraestrutura no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da Indústria de Transformação.

A previsão é de que o setor da construção cresça 12,1% no ano e o país 7,3%. No relatório, o Banco demonstra preocupação com a inflação do setor, medida pela variação do Índice Nacional de Custo da Construção – Disponibilidade Interna (INCCDI), mesmo que ele mostre sinais de arrefecimento no segundo semestre, após registrar taxas elevadas ao longo da primeira metade do ano.

Após taxas superiores a 1% em maio e junho, o INCC registrou elevações de 0,44% e 0,14% em julho e agosto, respectivamente. Apesar disso, em virtude da forte redução ocorrida após a crise de 2008/2009, a variação em 12 meses do INCC continua aumentando. Após atingir o pico em novembro de 2008 (12,33%), a variação em 12 meses do INCC reduziu-se para 3,25% em dezembro de 2009, e vem aumentando consistentemente desde então, tendo atingido 6,86% em agosto.
(Retirado do site Sinduscon SP)

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As Dez Obras Sustentáveis Mais Emblemáticas do Mundo

terça-feira, novembro 30th, 2010

Por que alguns edifícios construídos nas duas últimas décadas viraram ícones de sustentabilidade

Conheça esta interessante Matéria da PINI:

http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/as-dez-obras-mais-…

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Locação residencial x comercial: em qual delas investir?

terça-feira, novembro 30th, 2010

Quem investe em imóveis não só garante um patrimônio mais sólido para seu futuro e o de sua família, como também uma forma de investimento, cuja renda pode vir na forma de aluguel.

Neste último caso, pode surgir a dúvida: destinar a propriedade para locação residencial ou comercial? A resposta pode ser encontrada ao se avaliar as principais variáveis que envolvem qualquer outra aplicação financeira: risco, volatilidade e retorno. Conforme explica o consultor do Secovi, Cícero Yagi, a locação comercial oferece mais riscos do que a residencial, já que tende a acompanhar o crescimento econômico do País. “Se a economia vai bem, aluga, se vai mal, [o imóvel] fica vago”. Mas mesmo no imóvel comercial, segundo o gerente da área de educação de investidores na Anbima, Luiz Calado, “há alguns tipos, como consultórios médicos e odontológicos, que têm um risco mais baixo”.

Já o imóvel residencial está menos exposto a altas e baixas determinadas pelo ritmo de atividade das empresas – que, por sua vez, reflete a situação econômica -, pois, segundo Yagi, “as pessoas sempre vão precisar de um lugar para morar”. “O uso habitacional é mais permanente”.

Alguns dados sobre locação comercial mostram que, neste ano, este mercado vem se recuperando, seguindo o ritmo da economia brasileira. Na cidade de São Paulo, por exemplo, somente no primeiro trimestre de 2010, o número de novos contratos avançou 29% ante o mesmo período de 2010, de acordo com levantamento da empresa de administração imobiliária Lello. Dentre os setores, o de serviços, de varejo e de mercado atacadista se destacam nas locações. “O que temos observado são empreendedores querendo alugar escritórios maiores ou aqueles que necessitam de espaço próprio para estrear na área comercial”, afirma a diretora da empresa, Roseli Hernandes.

Ganho proporcional aos riscos
Apesar do movimento positivo, o imóvel comercial corre mais risco de ficar um tempo desocupado ou de ter um inquilino inadimplente, já que a empresa que o alugou pode fechar as portas, como observa Luiz Calado, que também é autor do livro “Imóveis – Seu guia para fazer da compra e da venda um grande negócio”. Em compensação, diz ele, a nova lei do inquilinato pode amenizar eventuais perdas com inadimplência, principalmente no caso do imóvel comercial. “Com a nova lei do inquilinato, mudou um pouco, privilegiando mais o dono do imóvel. Já há um equilíbrio maior de forças”, afirma.

Opinião semelhante tem o consultor do Secovi. “[A nova lei do inquilinato] quase que nivelou as condições da locação comercial e residencial. Antes, demorava mais para desocupar o imóvel de inquilino inadimplente”.

Se o ganho é proporcional aos riscos, quando se fala de investimentos, então, a locação comercial pode trazer rendimentos mais elevados do que a residencial.

Por regra do mercado, de acordo com Yagi, a renda com locação – quanto o aluguel representa em relação ao valor de venda do imóvel – é mais alta no comercial do que no residencial. No primeiro caso, para um imóvel com preço estimado de R$ 200 mil, um aluguel com bom retorno deve ser de, pelo menos, R$ 2 mil, representando 1% do valor. Já no segundo caso, o aluguel deve equivaler a, no mínimo, 0,8% do valor do imóvel.

Mais fatores
Alguns fatores podem fazer com que o retorno obtido com a locação do imóvel seja ainda maior. No residencial, diz o consultor do Secovi, geralmente quanto menor o valor do imóvel, maior a renda obtida com ele. “Um imóvel de R$ 50 mil pode ser alugado por R$ 600 [1,2% de rendimento ao mês para o locador], mas um imóvel de R$ 400 mil dificilmente é alugado por R$ 2,5 mil [renda de 0,62%]”, calcula. Por essa lógica, completa Yagi, uma quitinete, por exemplo, pode gerar renda mais alta.

A localização também é um fator importante no mercado imobiliário, sendo que, “no geral, essa variável tem peso de 60% na decisão de compra do imóvel”, de acordo com Yagi. Entretanto, no comercial, o local onde está o imóvel ganha peso maior do que a média, já que mesmo regiões bem próximas são avaliadas de modo diferente. “Um ponto [comercial] na Rua 25 de Março, por exemplo, custa mais do que em uma rua vizinha a ela”, o consultor.

De qualquer modo, observa Calado, quem pretende comprar imóvel para alugar, seja residencial ou comercial, não deve pensar muito em ganho de capital, que é aquele obtido quando o investidor compra o bem por um valor e, depois, o vende por um preço mais alto. “O ganho de capital e o ganho de aluguel concorrem entre si. Um imóvel que é bom para alugar geralmente tem um preço mais elevado (de compra), então o proprietário não terá um ganho de capital muito grande se tentar vender. As pessoas querem tudo, alugar por uma fortuna e comprar por nada, e é muito difícil atingir esses dois objetivos”.

Por fim, destaca o consultor do Secovi, como o imóvel comercial está sujeito a mais variações, ele não é a melhor opção para quem é inexperiente. “Precisa ser um investidor mais qualificado, porque precisa saber se o prédio é bom, se a região vai continuar crescendo. Em São Paulo, por exemplo, a região da Berrini era boa há uns 15 anos, mas hoje as regiões mais valorizadas são a Faria Lima e a Juscelino Kubitschek”, explica.

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Construção lidera geração de empregos

terça-feira, novembro 30th, 2010

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), em junho de 2010 a construção gerou um saldo de 24.825 novos postos de trabalhos formais, um crescimento de 1,0% do estoque na mesma base de comparação (mensal). No ano (janeiro-junho) foram gerados 230.019 empregos formais uma variação de 10,16%, a segunda maior variação relativa entre os setores pesquisados ao longo deste ano, ficando atrás apenas da agropecuária (11,38%). Em doze meses a construção gerou 327.799 novos postos de trabalho (julho 2009 a junho 2010), um crescimento relativo de 16,01% (estoque) o maior entre os segmentos pesquisados pelo CAGED na mesma base de comparação.

(retirado do site: www.cbic.org.br)

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Construção Civil cresce 1,24 ponto percentual em maio

terça-feira, novembro 30th, 2010

O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF), variou 1,61% em maio, o que significa um crescimento de 1,24 ponto percentual em relação ao mês de abril (0,37%). Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira (9), pelo IBGE.

Comparado com a taxa de maio de 2009 (1,30%), o índice atual mostrou elevação. De janeiro a maio o índice foi de 3,64%, ficando acima do verificado no mesmo período de 2009 (3,31%). Nos últimos 12 meses, a taxa de variação foi de 6,19%, acima dos registrados nos doze meses imediatamente anteriores (5,86%).

O custo nacional da construção por metro quadrado, que no mês de abril havia sido R$ 730,66, em maio passou para R$ 742,44, sendo R$ 420,37 relativos aos materiais e R$ 322,07 à mão-de-obra. A parcela dos materiais apresentou variação de 0,41%, inferior à taxa de abril (0,45%). A mão-de-obra avançou 2,95 pontos percentuais, passando de 0,27% (abril) para 3,22% (maio).

No ano, os materiais subiram 1,87%, abaixo dos 2,12% de igual período do ano passado, e a mão-de-obra subiu 6,05%, acima da taxa registrada em igual período de 2009 (4,98%). Nos últimos 12 meses, os acumulados foram: 4,04% (materiais) e 9,13% (mão-de-obra).

Pressionado fortemente pelo resultado de São Paulo, no Sudeste foi verificada a maior taxa regional no mês (2,34%). O Norte apresentou o menor resultado (0,40%). Os demais índices regionais tiveram as seguintes variações: 2,26% no Centro-Oeste; 1,12% no Sul e 0,86% no Nordeste.

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 787,56 (Sudeste); R$ 743,87 (Norte); R$ 717,59 (Sul); R$ 716,63 (Centro-Oeste) e R$ 696,77 (Nordeste).

Devido aos reajustes salariais decorrentes do acordo coletivo, Goiás apresentou, em maio, o maior aumento no custo de construção (4,44%), seguido de perto por Santa Catarina (4,23%). Pelo mesmo motivo, devem ser relacionados também: São Paulo (3,59%), Ceará (3,55%), Sergipe (2,81%) e Distrito Federal (2,66%).

Fonte: IBGE

www.brasil.gov.br/noticias

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Brasil Pode Crescer Entre 5,5% e 6% em 2010

terça-feira, novembro 30th, 2010

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que após a forte crise financeira mundial, a economia brasileira este ano dará demonstrações de vigor e dinamismo, devendo crescer entre 5,5% e 6%. Para o ministro, este desempenho derruba um mito disseminado algum tempo atrás de que a economia brasileira só podia crescer pouco, não mais que 3% e 3,5%, porque gerava inflação e distorções.

O ministro da Fazenda destacou que o incremento mais forte não aconteceu por acaso. Deve-se à implantação de uma nova política econômica e social no País. O governo atual, afirmou, optou por impulsionar o crescimento a partir ação do Estado e não do mercado, como na gestão anterior. “É incorreto dizer que esse governo continuou uma política econômica que já existia. Houve uma mudança muito grande, uma diferença fundamental. O Estado foi revigorado e passou a estimular o crescimento maior”, reforçou.

Guido Mantega destacou ainda que a forte inclusão social é outro ponto de destaque no atual ciclo de desenvolvimento. Ele acrescentou que a nova política econômica priorizou o investimento e fortaleceu o País. Ele refutou a tese difundida por analistas e articulistas de que o bom desempenho da economia tenha sido uma questão de sorte.

Infraestrutura – O ministro destacou ainda a opção do governo de implantar uma política industrial e disse que esta será a década da infraestrutura. “Tivemos que fazer um forte programa de recuperação de rodovias, ferrovias, portos, além de implantar a indústria naval. Mas isso não caiu do céu. São políticas específicas do governo”, lembrou.

Mantega afirmou que o Brasil voltou a ter grandes projetos de infraestrutura e citou os investimentos nas usinas hidrélétricas do Rio Madeira e Belo Monte, ferrovia Norte-Sul, trem-bala, rodovias, gasoduto, entre outros.

Também lembrou os programas de estímulo à habitação, que superaram 2,7 milhões de financiamentos, além do Minha Casa Minha Vida, com perspectiva de construção de 1 bilhão de moradias. “Hoje, vivemos um boom da construção. Está falando mão-de-obra. O que é um problema excelente, porque é melhor faltar mão-de-obra do que emprego” comentou.

Estados –
O ministro disse que, por ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo federal abriu espaço para que os estados pudessem tomar crédito em organismos internacionais ou no BNDES para realizarem projetos de investimentos. Segundo ele, entre 2007 e 2010, juntos, os estados foram autorizados a contraírem financiamentos de mais de R$ 40 bilhões. “Este ano, o Rio de Janeiro, por exemplo, foi autorizado a tomar empréstimo de até R$ 5,3
bilhões”, disse o ministro, referindo-se ao recente convênio assinado com o governador Sérgio Cabral.

(Fonte: Ministério da Fazenda)

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Índice Nacional da Construção Civil fecha março em 0,76%

terça-feira, novembro 30th, 2010

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF), registrou, em março, variação de 0,76%, avançando 0,33 ponto percentual em relação ao resultado de fevereiro (0,43%).

O resultado de março teve influências da pressão pelos reajustes salariais nos estados da Bahia e Rio de Janeiro. Comparado com a taxa de março de 2009 (0,94%), o índice atual (0,76%) recuou 0,18 ponto percentual. No ano, o acumulado ficou em 1,62%, próximo dos 1,66% observados em igual período de 2009. O resultado dos últimos doze meses situou-se em 5,81% , abaixo dos 6 % registrados no ano passado.

O custo nacional da construção por metro quadrado, que no mês de fevereiro assinalou em R$ 722,47, passou para R$ 727,94 em março, sendo R$ 416,76 relativos aos materiais e R$ 311,18 à mão-de-obra. A parcela dos materiais, comparada com o mês anterior, apresentou aceleração de 0,01 ponto percentual, avançando de 0,34% para 0,35%. A mão-de-obra avançou de 0,56% para 1,31% (aumento de 0,75 ponto percentual). No ano, os materiais subiram 1% e a mão-de-obra 2,46%. Os acumulados em doze meses foram: 3,54% (materiais) e 9% (mão-de-obra).

Estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de convênio com a Caixa Econômica Federal, a partir do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi). O SINAPI, criado em 1969, tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando à elaboração e avaliação de orçamentos e acompanhamento de custos. Em 2002, o Congresso Nacional aprovou, através da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a adoção do SINAPI como referência para delimitação dos custos de execução de obras públicas.

(fonte: www.brasil.gov.br)

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PIB negativo não reflete a realidade da indústria da construção

terça-feira, novembro 30th, 2010

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no dia 11 de março o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) questiona os números divulgados pelo IBGE, no que se refere ao PIB da construção civil. O resultado mostra que o setor registrou uma queda de 6,3% em 2009, o que não condiz com a realidade vivenciada pelo segmento.

A entidade defende uma reavaliação da metodologia utilizada pelo órgão. No ano passado, o setor reuniu uma série de dados positivos, como a expansão do emprego e a estabilidade da venda de cimento. O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, concorda que houve uma desaceleração em relação aos anos anteriores em função da crise econômica, mas aposta em um número positivo, diferente do que registrou o IBGE.

Em 2008, o PIB da construção cresceu 8,2%. De acordo com estimativas elaboradas pela FGV Projetos, a expansão setorial em 2009 foi de 1%. A metodologia para cálculo do PIB (valor adicionado) trimestral do setor é realizada com base na produção de materiais de construção, que apresentou os mesmos 6,3% de queda (segundo a Pesquisa Industrial Mensal do IBGE).

Isso ocorreu porque quando a crise econômica chegou ao comércio, as construtoras, de uma forma geral, possuíam estoques elevados, afinal o mercado vinha em fase de expansão. As indústrias seguraram a fabricação dos insumos, mas o mercado da construção permaneceu aquecido, o que não foi refletido nos cálculos do IBGE. Ainda que esses números sejam ajustados, posteriormente, no resultado das Contas Nacionais (IBGE), a CBIC ressalta que é importante repensar as estimativas de crescimento da construção nos resultados trimestrais do PIB para evitar essa desconexão. Para 2010, a CBIC estima um crescimento de 9% no PIB. A projeção positiva se deve ao andamento dos programas Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além das obras para a Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, que atrairão investimentos para os segmentos de infraestrutura e imobiliário.

(Retirado do site: www.sinduscon-pr.com.br)

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Construção civil contribui para recorde na geração de empregos

terça-feira, novembro 30th, 2010

O Brasil registrou recorde na geração de empregos no mês de fevereiro. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, indicam saldo de 209.425 empregos formais. O resultado é 52% maior do que a média dos melhores registros do Caged em fevereiro.
No primeiro bimestre do ano foram gerados 390.844 postos de trabalho. Esse resultado supera em 66% a média dos melhores desempenhos ocorridos no mesmo período de referência entre 2003 e 2008. Nos últimos 12 meses, foram criados 1.478.523 postos de trabalho.
O setor da construção foi um dos que mais contribuiu para a expansão do nível de emprego no país, com a geração de 34.735 vagas, registrando um crescimento de 1,5% do estoque de trabalhadores em relação ao mês anterior.
No ano, o setor foi o que mais gerou empregos. Foram 89.065 novas vagas com carteira assinada, crescimento de 3,94%. Nos 12 meses encerrados em fevereiro, a construção gerou 252.084 novas vagas. Houve um crescimento de 12,88% de seu estoque, seguido pelo comércio que cresceu 5,16%.
(Retirado do site: www.cbic.org.br)

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